19 janNRF 2015: O crescimento internacional dos Shopping Centers

shopping-mall

Alguns acreditam que o shopping está “morto”, mas um grupo de experts acreditam no oposto. O debate “À La Mode – Por que a indústria de Shopping Centers faz sucesso ao redor do mundo” explorou como mercados como a China estão oferecendo novas oportunidades – e como até nos Estados Unidos o sucesso é mais do que uma mera possibilidade.

Jorge Lizan, diretor da Lizan Retail Advisors, liderou uma conversa que incluiu Andrew Darrow, EVP de negócios globais na KidZania; Matthew Winn, COO de varejo global e líder de varejo nas Américas para a Cushman & Wakefield; William Taubman, COO da Taubman Centers e David Zova, SVP de desenvolvimento global na GAP Inc.

Darrow deu um panorama de sua marca, que oferece réplicas de cidades dentro de shopping centers onde crianças podem experimentar diferentes “jobs” para ganhar dinheiro. Os centros estão localizados em 16 lugares, em 12 países, em 5 continentes, expandindo-se a cada momento. Até o momento, os centros de compra tem visto mais de 31 milhões de visitantes, e seus pais compram com frequência, além de comerem e assistirem a filmes durante horas enquanto seus filhos se divertem.

Taubman mostrou como o portfólio de shoppings de luxo e regionais que sua empresa administra, com vendas médias anuais de US$807 por metro quadrado nos Estados Unidos, mais produtivos que qualquer outro shopping no país. Taubman está realizando testes na Ásia, esperando expandir ao longo do tempo. Grandes lojas de departamento, ele disse, ainda são a melhor opção para trazer movimento ao shopping.

Winn, enquanto isso, falou sobre como foi trabalhar em 13 países de 5 continentes no ano passado com sua empresa de imóveis comerciais. A indústria do varejo está em um período similar ao da passagem do analógico para o digital; ele acredita que veremos menos competidores grandes e mais operadoras especializadas.

E Zoba compartilhou como a China é um “mercado muito energizado e dinâmico” mas também representa perigo. A China construiur 350 shopping centers no ano passado, comparado com apenas 100 nos Estados Unidos. O shopping é um conceito relativamente novo na China, e levará tempo para ver como isso funciona. Mas os chineses nunca podem ser subestimados por sua capacidade de replicar – e otimizar – o que eles já tem feito, disse Zoba, e ele espera o mesmo dentro do varejo.

Texto traduzido do original: https://nrf.com/news/bringing-the-world-together-international-growth-malls